Olhar.
Viver um sonho em instantes.
Curtir o azar.
Azarar.
Sentir o que não tem sentido.
Viver o afã do momento.
Sempre à procura.
Mas nunca definitivamente.
Amar.
Este é um espaço destinado ao livre pensar. As ideias só fluem mediante a manifestação do ócio e da necessidade de dar asas às perguntas que tão rotineiramente nascem. O cotidiano é uma escola e a escola insere-se nele. Scholé, então, passa a ser um espaço da reflexão. De temáticas escolares e cotidianas. Afinal, cotidiano e escola devem associar-se na exata medida em que associam-se homem e educação. Educação aqui compreendida como o maior instrumento a serviço da transformação.
Por Fabrício Brandão
Por Fabrício Brandão
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
Saberes
A necessidade de formação é inerente a todo ser humano, afinal, o homem é um sujeito aprendente. Aprende no dia a dia em suas vivências cotidianas, na escola e na academia. Gradua-se e apropria de um conhecimento que é científico. Completa-se enquanto homem ao desenvolver essa capacidade, inclusive. Constitui-se como um sujeito de conhecimento que alia aquele informal ao outro, acadêmico. Para quê? Para ter a capacidade de estabelecer relações ao longo da vida, sejam elas sociais ou de trabalho. O saber científico não é o único válido bem se sabe, nem insubstituível. O saber informal pode dotar o indivíduo de uma imensa capacidade reflexiva e torná-lo sábio. O saber científico não é, assim, condição única para se conhecer. O que acontece é que historicamente o conhecimento passou a ter mais valor ao associar-se cada vez mais à técnica. Dessa maneira, para exercer algum ofício tornou-se imprescindível a especialização. Especializar-se significou, então, dotar-se de habilidades para fazer. O homem é impelido a todo instante a especializar-se, a buscar nos institutos e academias o suporte necessário para a sua formação, sendo essa uma exigência imperativa da sociedade contemporânea. Especializar-se passa a significar, deste modo, preparar-se técnica e cognitivamente para enfrentar os dilemas da profissão.
Mas seria inoportuno e porque não discriminatório, considerar apenas o valor da formação acadêmica. Se esta faz-se tão importante e necessária, não menos valia possui aquela que experiencia-se todos os dias em diferentes contextos. A vida também pode ser considerada uma academia onde saberes constituem-se. Onde aprendizagens transformam-se em conhecimento adquirido a serviço da produção da existência e do aprimoramento da própria técnica. A relação entre esse saber adquirido nas vivências e a capacidade intelectual dos sujeitos permite que o desenvolvimento cognitivo, senão da mesma forma, porque diferentemente os saberes se produzem e se valoram, ocorra com a mesma intensidade. De posse dele os sujeitos colocam-se ante a realidade e transformam-na.
Em verdade, o saber está no contexto das relações que manifestam-se nos mais variados ambientes, sejam eles institucionalmente constituídos ou não.
Mas seria inoportuno e porque não discriminatório, considerar apenas o valor da formação acadêmica. Se esta faz-se tão importante e necessária, não menos valia possui aquela que experiencia-se todos os dias em diferentes contextos. A vida também pode ser considerada uma academia onde saberes constituem-se. Onde aprendizagens transformam-se em conhecimento adquirido a serviço da produção da existência e do aprimoramento da própria técnica. A relação entre esse saber adquirido nas vivências e a capacidade intelectual dos sujeitos permite que o desenvolvimento cognitivo, senão da mesma forma, porque diferentemente os saberes se produzem e se valoram, ocorra com a mesma intensidade. De posse dele os sujeitos colocam-se ante a realidade e transformam-na.
Em verdade, o saber está no contexto das relações que manifestam-se nos mais variados ambientes, sejam eles institucionalmente constituídos ou não.
sábado, 5 de novembro de 2011
Os barulhos nossos de cada dia
Aconteceu-me, recentemente, fato engraçado. Não tendo dormido em casa, perdi uma noite inteira de sono ouvindo os ruídos da redondeza. Máquinas ligadas, alarmes que disparavam, veículos transitando, trabalhadores executando serviços noturnos, sons de toda ordem. Uma barulheira só impedindo-me de dormir, pelo menos com tranquilidade.
Daí que, sono perdido, metaforicamente conclui que todos nós convivemos com barulhos, os nossos, que já nos acostumamos com eles, e com outros que ficam à espreita. Sejam eles do ambiente ou de foro íntimo, fazem-se presentes em nossas vidas e vão caminhando conosco. O que não suportamos, num primeiro instante, é o surgimento de novos barulhos que acabam por tirar-nos da nossa zona de conforto. Quando isso ocorre, saímos do centro e perdemos o sono, literalmente. Até que nos acostumamos com o novo ou nos despimos dele, porque se assim não o for, corremos o risco de, na duração de uma existência, nos tornarmos eternos incomodados.
Acostumamos com os barulhos da vizinhança que invadem nossa casa, com os barulhos presentes em nosso local de trabalho e com mais de uma centena que chegam até nós cotidianamente. Mas outros estão por aí. É que às vezes não nos apercebemos ou os experimentamos com frequência. Mas existem e, quando chegam, causam estranheza. Aborrecem-nos a ponto de enraivecer, até que nos livramos deles. Ou, sendo pior, sofremos inertes dias a fio.
De igual forma manifestam-se os barulhos interiores. Há aqueles com os quais convivemos mais constantemente que se instalam lá na alma e por isso nos acostumamos. Fazem-nos, inclusive, bem. Às vezes manifestam-se na forma daquelas perguntinhas que nos ajudam a estabelecer-nos ante a realidade para organizar a rota. São nossos. Mas há outros que de vez em quando se achegam gerando desconforto. Sua intensidade depende da causa geradora e de sua importância, enquanto que sua duração de uma relação valorativa. Quando não resolvidos, a dor torna-se companheira inevitável. Esses são aqueles oriundos das nossas relações de convívio. Barulho interior é fruto daquilo que, interiorizado, faz com que aquela voz em forma de sensação se manifeste lá no fundo confundindo-se vez por outra com um grito. A partir dele assumimos inexoravelmente uma determinada conduta comportamental que vai da alegria à tristeza e da angústia ao contentamento. Barulho interior quando não resolvido gera adoecimento e, quando ao contrário, compreendido, crescimento.
Barulhos existem! Só resta-nos saber conviver com eles.
Daí que, sono perdido, metaforicamente conclui que todos nós convivemos com barulhos, os nossos, que já nos acostumamos com eles, e com outros que ficam à espreita. Sejam eles do ambiente ou de foro íntimo, fazem-se presentes em nossas vidas e vão caminhando conosco. O que não suportamos, num primeiro instante, é o surgimento de novos barulhos que acabam por tirar-nos da nossa zona de conforto. Quando isso ocorre, saímos do centro e perdemos o sono, literalmente. Até que nos acostumamos com o novo ou nos despimos dele, porque se assim não o for, corremos o risco de, na duração de uma existência, nos tornarmos eternos incomodados.
Acostumamos com os barulhos da vizinhança que invadem nossa casa, com os barulhos presentes em nosso local de trabalho e com mais de uma centena que chegam até nós cotidianamente. Mas outros estão por aí. É que às vezes não nos apercebemos ou os experimentamos com frequência. Mas existem e, quando chegam, causam estranheza. Aborrecem-nos a ponto de enraivecer, até que nos livramos deles. Ou, sendo pior, sofremos inertes dias a fio.
De igual forma manifestam-se os barulhos interiores. Há aqueles com os quais convivemos mais constantemente que se instalam lá na alma e por isso nos acostumamos. Fazem-nos, inclusive, bem. Às vezes manifestam-se na forma daquelas perguntinhas que nos ajudam a estabelecer-nos ante a realidade para organizar a rota. São nossos. Mas há outros que de vez em quando se achegam gerando desconforto. Sua intensidade depende da causa geradora e de sua importância, enquanto que sua duração de uma relação valorativa. Quando não resolvidos, a dor torna-se companheira inevitável. Esses são aqueles oriundos das nossas relações de convívio. Barulho interior é fruto daquilo que, interiorizado, faz com que aquela voz em forma de sensação se manifeste lá no fundo confundindo-se vez por outra com um grito. A partir dele assumimos inexoravelmente uma determinada conduta comportamental que vai da alegria à tristeza e da angústia ao contentamento. Barulho interior quando não resolvido gera adoecimento e, quando ao contrário, compreendido, crescimento.
Barulhos existem! Só resta-nos saber conviver com eles.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O menino do pijama listrado
Estando ausente por um tempo deste espaço de reflexão, retorno procurando assumir o compromisso de fazer-me mais presente. Para tanto, publico uma sinopse do filme “O menino do pijama listrado”, na intenção de contribuir para que novas reflexões surjam considerando as subjetividades do enredo e dessa arte indiscutivelmente bela, o cinema.
O menino do pijama listrado é um longa que se passa na Alemanha quando da Segunda Guerra Mundial. Seu enredo descreve uma relação de amizade estabelecida entre uma criança alemã que se vê obrigada a conviver com sua família nas proximidades de um campo de concentração, pois seu pai era militar, e outra judia que se encontrava por detrás dos arames eletrificados desse mesmo campo.
O filme relata a crueldade imposta aos judeus pelo nazismo ao mesmo tempo em que demonstra que para a inocência da infância, ao não considerar as diferenças determinadas pelo mundo adulto, não há preconceito, discriminação, arrogância ou qualquer outra forma de mal querer. A impressão que fica ao assistirmos o desenrolar da história é a de que, quando a perdemos vida a fora - a inocência - corrompidos por uma relação social excludente e discriminatória, é que passamos a conviver com sentimentos que não deveriam condizer com a existência humana.
Do diretor Mark Herman, fica a dica de um excelente filme!
O MENINO do pijama listrado. Direção: Mark Herman. Produção: David Heyman. [S.l.]: BBC Films; Miramax Films; Heyday Films, 2008. 1 bobina cinematográfica.
O menino do pijama listrado é um longa que se passa na Alemanha quando da Segunda Guerra Mundial. Seu enredo descreve uma relação de amizade estabelecida entre uma criança alemã que se vê obrigada a conviver com sua família nas proximidades de um campo de concentração, pois seu pai era militar, e outra judia que se encontrava por detrás dos arames eletrificados desse mesmo campo.
O filme relata a crueldade imposta aos judeus pelo nazismo ao mesmo tempo em que demonstra que para a inocência da infância, ao não considerar as diferenças determinadas pelo mundo adulto, não há preconceito, discriminação, arrogância ou qualquer outra forma de mal querer. A impressão que fica ao assistirmos o desenrolar da história é a de que, quando a perdemos vida a fora - a inocência - corrompidos por uma relação social excludente e discriminatória, é que passamos a conviver com sentimentos que não deveriam condizer com a existência humana.
Do diretor Mark Herman, fica a dica de um excelente filme!
O MENINO do pijama listrado. Direção: Mark Herman. Produção: David Heyman. [S.l.]: BBC Films; Miramax Films; Heyday Films, 2008. 1 bobina cinematográfica.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Lula, Dr. honoris causa
Doutor honoris causa. Esse foi o título concedido a Luis Inácio Lula da Silva pela Universidade de Coimbra, em Portugal. Tal título equivale a qualquer outro obtido por meio de doutoramento acadêmico nas várias áreas científicas, com o diferencial de ser concedido observando-se a relevância de uma “causa honrosa” praticada por aquele que o recebe, seja nas questões sócio-humanitárias, nas artes, nas letras, nas ciências. Esse título, de alguma forma, desmistifica o teor academicista que se concede ao saber. Isso porque pode-se considerar que a vida ensina tanto quanto a escola/academia e que as posturas assumidas por cada um ante a realidade, independente de sua escolarização, pode significar elevado nível de conhecimento.
Assim, ao titular Lula, a referida Universidade reconhece a atuação de um homem que, de operário a Presidente, muito contribuiu para o desenvolvimento sócio-econômico do Brasil e para o fortalecimento da democracia em toda a América Latina. Reconhece, ainda, sua luta ao lado do movimento operário e seu engajamento contra a fome e a favor das questões sociais para além de nossas fronteiras.
Por isso, não é muito afirmar que Lula o recebeu por mérito e por ser detentor de um conhecimento inestimável, mesmo que informal. Conhecimento este que o coloca no rol daqueles que são os mais sábios.
Assim, ao titular Lula, a referida Universidade reconhece a atuação de um homem que, de operário a Presidente, muito contribuiu para o desenvolvimento sócio-econômico do Brasil e para o fortalecimento da democracia em toda a América Latina. Reconhece, ainda, sua luta ao lado do movimento operário e seu engajamento contra a fome e a favor das questões sociais para além de nossas fronteiras.
Por isso, não é muito afirmar que Lula o recebeu por mérito e por ser detentor de um conhecimento inestimável, mesmo que informal. Conhecimento este que o coloca no rol daqueles que são os mais sábios.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A Educação Libertadora, de Paulo Freire
Em consonância com as idéias da Pedagogia Crítica se apresenta a “Educação Libertadora” de Paulo Freire. Ela pretende desmistificar os sonhos do pedagogismo dos anos cinquenta, que pensava que a escola faria tudo; e superar o pessimismo dos anos sessenta e setenta, que afirmava que a escola era puramente reprodutivista.
Freire, em sua pedagogia, pensa a educação como um ato político, um ato de conhecimento e um ato criador. Todo seu pensamento tem uma relação direta com a realidade, não desejando o seu reconhecimento somente, mas sim, a sua transformação. Para ele, a educação deveria criar condições para que o homem chegasse até a sua libertação, até a transformação da realidade, para melhorá-la, para torná-la mais humana. A conscientização e o diálogo se caracterizariam, assim, como sendo os elementos fundamentais dessa filosofia educacional.
A conscientização não se referiria apenas ao reconhecimento da realidade, mas ultrapassaria o nível da tomada de consciência crítica para constituir-se em uma ação nova e transformadora. Enquanto que o diálogo se constituiria a partir de uma relação horizontal entre as pessoas, não de sobreposição, mas sim de cumplicidade.
A “Educação Libertadora” considera o poder dos oprimidos para lutarem pelo interesse de sua própria libertação e os dota da capacidade para negarem todas as formas de dominação. Em sua concepção, a educação seria tanto mais ideal a partir do momento que se transformasse em um referencial de mudança a serviço de uma nova sociedade, onde prevaleceria a cooperação e a solidariedade. Ela está vinculada diretamente à “Educação Popular”, que deseja não só a emancipação da pessoa, como também a liberdade dos povos em um clima de humanização e conscientização.
Para saber mais:
ARANHA. Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 2. ed. Editora Moderna: São Paulo, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 19. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 2001.
_____________ Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. Editora UNESP: São Paulo, 2000.
_____________ Educação e mudança. 23. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1999.
_____________ Educação como prática da liberdade. 22. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1996.
____________ Pedagogia da esperança: um encontro com a pedagogia do oprimido. Paz e Terra: São Paulo, 1992.
_____________ Pedagogia do oprimido. 17. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1987.
Freire, em sua pedagogia, pensa a educação como um ato político, um ato de conhecimento e um ato criador. Todo seu pensamento tem uma relação direta com a realidade, não desejando o seu reconhecimento somente, mas sim, a sua transformação. Para ele, a educação deveria criar condições para que o homem chegasse até a sua libertação, até a transformação da realidade, para melhorá-la, para torná-la mais humana. A conscientização e o diálogo se caracterizariam, assim, como sendo os elementos fundamentais dessa filosofia educacional.
A conscientização não se referiria apenas ao reconhecimento da realidade, mas ultrapassaria o nível da tomada de consciência crítica para constituir-se em uma ação nova e transformadora. Enquanto que o diálogo se constituiria a partir de uma relação horizontal entre as pessoas, não de sobreposição, mas sim de cumplicidade.
A “Educação Libertadora” considera o poder dos oprimidos para lutarem pelo interesse de sua própria libertação e os dota da capacidade para negarem todas as formas de dominação. Em sua concepção, a educação seria tanto mais ideal a partir do momento que se transformasse em um referencial de mudança a serviço de uma nova sociedade, onde prevaleceria a cooperação e a solidariedade. Ela está vinculada diretamente à “Educação Popular”, que deseja não só a emancipação da pessoa, como também a liberdade dos povos em um clima de humanização e conscientização.
Para saber mais:
ARANHA. Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 2. ed. Editora Moderna: São Paulo, 1996.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 19. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 2001.
_____________ Pedagogia da indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. Editora UNESP: São Paulo, 2000.
_____________ Educação e mudança. 23. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1999.
_____________ Educação como prática da liberdade. 22. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1996.
____________ Pedagogia da esperança: um encontro com a pedagogia do oprimido. Paz e Terra: São Paulo, 1992.
_____________ Pedagogia do oprimido. 17. ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1987.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Para mudar...
Mudar os rumos significa mudar a prática, porque é ela que nos dota da capacidade de agir, de transformar. Por isso, se quer algo diferente faça diferente! E, para fazê-lo:
1. Deseje a mudança. Tudo passa pela vontade e pelo desejo de abrir-se ao novo.
2. Acredite naquilo que está disposto a fazer. Quem crê, transforma.
3. Saiba-se inconcluso e assuma-se como um ser de busca. Ninguém está nem nunca estará pronto e acabado. Tudo é provisório.
4. Assuma a práxis, que impõe o movimento da ação-reflexão-ação, com rigor no dia a dia. Aja, reflita e, como fruto da reflexão, dê vida a uma ação nova e transnsformadora.
5. Assuma o novo compreendendo o processo dialético de continuidade-ruptura que o origina. Rompa com aquilo que não serve mais e permita que permaneça aquilo que é importante permanecer.
6. Possibilite o enraizamento do novo. Permita que o novo adentre o seu íntimo e permaneça caracterizando a mudança efetiva.
7. Encarne as idéias que se tenha com o compromisso de dar-lhes vida. É da capacidade de pensar que nascem os sonhos e se torna possível a materialização da realidade.
Para mudar, talvez não seja tão complexo. Basta ter ciência de que a mudança é possível e que o novo apresentar-se-á desde que se encontre o caminho para chegar até ele. Se deseja mudar, faça por onde! Assuma-se, enquanto antes, como um ser capaz de mudança.
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